A que se presta este blog??????????...............a estabelecer notícias, comentar fatos do cotidiano no e do mundo........elaborar alguma crônica de autoria dos blogueiros responsáveis (que, é óbvio, são maiores, responsáveis, éticos, e nada crianças - embora possuir a leveza das crianças "educadas" não seja nada ruim!!!!!).......realizar críticas, como pensamos não existir nas mídias que temos e vemos..........com, cremos, sabedoria e precisão.........com intuito de buscar melhorias em nossas relações com os seres vivos........e com/para o mundo..........se possível!!!!!!................


Críticas por e pela ARTE ( ESTÉTICA COM ÉTICA - como deve ser!!!! - desde a PAIDÉIA - a BILDUNG - .......ATÉ O SEMPRE!!!!!!!)



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"EM TEMPOS DE M E N T I R A UNIVERSAL,

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George Orwel

sábado, 17 de junho de 2017

SOBRE ARTE

Sobre História da Arte

Vera Marta Reolon - MTb 16.069

Para Dana Arnold apreciar uma obra de arte é diferente do que faz um historiador de arte. Este identifica, classifica, interpreta, descreve e pensa as obras de arte.
Um apreciador de arte não necessita “entender” obrigatoriamente de arte, ele pode simplesmente fruir sobre a obra. Sentir a obra de arte,observá-la, gostar dela.
Um historiador de arte precisa conhecer os estilos de arte, como ela se classifica no tempo e espaço, como se pode interpretá-la, pensá-la, descrevê-la (pode-se descrever uma obra de arte sob diferentes aspectos, modelos, estilos, etc..).
Um historiador de arte difere igualmente de um historiador. Este descreve fatos históricos, atos dos homens enquanto vida, feitores de história, enquanto aqueles são delimitadores de estilos, de maneiras de fazer arte. Ambos têm conhecimentos delimitados em seus campos de ação que, por horas, podem se entrelaçar, mas em sentidos e configurações diferentes.
Enquanto disciplina acadêmica, a história da arte permite que se obtenha um conhecimento sobre os acontecimentos que fizeram a arte mundial, de forma a delimitar-se as formas de arte, suas características próprias, conforme os diferentes movimentos artísticos, as vanguardas, os períodos e os meios e artistas que os abarcam. Tem-se a história da arte contada por historiadores de arte, críticos, pelos próprios artistas.
Penso ser interessante em uma disciplina de história da arte iniciarmos com uma possível delimitação de períodos e alguns artistas que pertencem a este ou aquele movimento, como  uma tabela em que se possa visualizar o movimento e o que, para aquele movimento, delimita uma vanguarda, um momento de ruptura, de avanço. Esta é uma historiografia possível, como outras o são e se apresentam, ou podem “contar” a história da arte.


POÉTICA DE ARISTÓTELES

Aristóteles, em A Poética, problematiza a estrutura narrativa e o que distingue a tragédia da comédia. Como e quais eventos podem ser imitados pela poesia. Para tanto, o filósofo fragmenta o texto em capítulos de modo que, no avançar destes, complexifica o tema:  assim, sua metodologia consiste em subdividir espécies de poesia, história da tragédia e comédia, definições e evoluções do gênero, sempre de um modo classificatório. O critério de diferenciação das espécies poéticas é objeto da imitação e o modo da imitação. O que é comum às espécies é a imitação dos homens que praticam alguma ação e estes, necessariamente, são indivíduos de elevada ou de baixa índole, assim, a diferença, segundo o objeto das artes miméticas é: a tragédia imita os objetos melhor do que ordinariamente são, a comédia, por sua vez, pior. Segundo o modo de imitação, há uma pequena diferenciação: a classificação se subdivide em narrativa, mista e diamética. Quanto às causas da poesia, Aristóteles destaca que são duas, e ambas naturais: o imitar é congênito ao homem. Diz ele: “se suceder que alguém não tenha visto o original, nenhum prazer lhe advirá da imagem, como imitada, mas somente da execução, da cor ou de qualquer outra causa de mesma espécie”.
A poesia, segundo o filósofo, toma diferentes formas segundo a diversa índole particular dos poetas.
A poesia e a história não diferem pelo modo da escrita (verso ou prosa) mas sim que um diz as coisas que sucederam, e outro que poderiam suceder. Por isso, a poesia é algo de mais filosófico e sério que a história, pois refere àquela principalmente o universal e esta o particular.
Aristóteles e Platão se diferenciam capitalmente em suas concepções de comparação entre poesia e história, ou melhor, a imitação em relação à verdade. Para Platão, a imitação tem um caráter ilusório e, nesse sentido, falso, contrário à verdade.
Aristóteles pensa a poesia – a imitação – sem a necessidade de acordo com a verdade. A poesia deve, outrossim, ter verossimilhança: não deve narrar o que aconteceu, mas representar o que aconteceu.
Platão vê a imitação sob um aspecto negativo; Aristóteles, por sua vez, por um aspecto catártico, logo positivado.
Tragédia não é imitação de homens, mas de ações e de vida, de felicidade ou infelicidade, reside na ação. 





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